VIVIMUNDO

Rio De Janeiro

Justiça nega liminar ao PDT e decide que eleição para presidência da Alerj terá voto aberto

Por Kevin Ribeiro • 16/04/2026 às 21:45
Justiça nega liminar ao PDT e decide que eleição para presidência da Alerj terá voto aberto

A desembargadora Suely Lopes Magalhães negou o pedido do PDT , que entrou com um mandado de segurança preventiva no judiciário para que a eleição fosse realizada por voto secreto.

Nesta quinta (16), uma frente formada por 9 partidos anunciou que pode abandonar o plenário da Alerj caso a eleição para a presidência da Casa seja realizada com o anúncio do voto de cada parlamentar.

📱 Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça PDT recorre à Justiça para exigir voto secreto na eleição da presidência da Alerj Em nota pública, PSD, MDB, Podemos, PT, PDT, PSB, Cidadania, PCdo B e PV afirmam que, nas circunstâncias atuais, a votação aberta expõe parlamentares a pressões e retaliações .

O partido afirma que a adoção do voto aberto violaria a Constituição, o regimento interno da Casa e colocaria deputados sob risco de represália políticas.

O pedido foi protocolado após a anulação, por decisão judicial, da eleição realizada em 26 de março que elegeu Douglas Ruas (PL) .

Naquele dia, a presidência da Casa foi escolhida em sessão extraordinária com votação aberta, modelo que o PDT considera ilegal.

Um dos principais argumentos do mandado de segurança é o histórico recente de retaliações políticas na Alerj.

De acordo com o partido, no dia seguinte à eleição de 26 de março, que acabou suspensa por decisão judicial, a Mesa Diretora promoveu exonerações em massa de assessores e servidores ligados a deputados que não apoiaram o grupo vencedor.

Para o PDT, as demissões caracterizam perseguição política, desvio de finalidade e tentativa de intimidação, criando um ambiente de medo que comprometeri