Rodrigo Coutinho: bola parada resolve, mas digitais de Diniz aparecem com maior frequência
O potencial da bola parada aérea do Corinthians resolveu alguns jogos sob o comando de Dorival Junior desde o ano passado.
Um olhar mais detalhado sobre a partida, no entanto, mostra que a equipe alvinegra começa a desenvolver os conceitos do estilo Diniz.
Talvez eles fossem mais bem executados com regularidade caso a condição física, depois da batalha que foi Dérbi, estivesse melhor.
O Timão foi melhor, mereceu vencer, e foi pouco ameaçado pelos colombianos.
Garro confirmou o viés de crescimento com uma ótima atuação.
Fernando Diniz repetiu a equipe que começou o clássico contra o Palmeiras.
Toscano entrou para formar uma trinca de meio com Daniel Torres e Jhojan Torres.
Como Corinthians e Santa Fé iniciaram o duelo válido pela 2ª rodada do Grupo E da Libertadores 2026 — Foto: Rodrigo Coutinho A etapa inicial na Neo Química Arena foi o primeiro tempo nos três jogos de Fernando Diniz em que foi possível observar de maneira mais extensa sua forma de organizar as equipes.
Com mais posse em relação aos confrontos diante Platense e Palmeiras, o Timão tentou colocar em prática a maneira de atacar de seu novo treinador.
O lado escolhido para que os jogadores se aproximassem foi prioritariamente o esquerdo.
Os dois volantes e Breno Bidon se direcionaram ao setor com frequência.