Juiz rejeita ação de Trump que pedia US$ 10 bilhões por reportagem sobre ligação com Epstein
Gayles, na Flórida, escreveu na decisão que Trump não conseguiu demonstrar que o artigo foi publicado com intenção maliciosa , mas deu ao presidente a oportunidade de apresentar uma versão revisada da ação.
Em uma publicação nas redes sociais algumas horas após a decisão, Trump afirmou que a medida “não é um encerramento”, mas sim uma “sugestão de reapresentação” de seu “caso poderoso”, o que, segundo ele, será feito “até 27 de abril”.
Trump pede que Justiça americana divulgue mais informações sobre caso Epstein Trump entrou com o processo em julho, cumprindo uma promessa de processar o jornal quase imediatamente após a publicação de uma reportagem que voltou a destacar sua relação, já amplamente documentada, com Epstein.
A reportagem descrevia uma carta de teor sexual sugestivo que, , teria a assinatura de Trump e fazia parte de um álbum de 2003 preparado para o aniversário de 50 anos de Epstein.
A carta foi posteriormente tornada pública pelo Congresso, que intimou os registros do espólio de Epstein.
Trump negou ter escrito o documento, classificando a reportagem como “falsa, maliciosa e difamatória”.
Advogados do jornal e de Murdoch pediram ao juíz que considerasse que as afirmações da reportagem eram verdadeiras e, portanto, não poderiam ser consideradas difamatórias.
No entanto, o juiz escreveu que “se o presidente Trump foi o autor da carta ou amigo de Epstein são questões de fato que não podem ser determinadas neste estágio do processo”.