VIVIMUNDO

Videogames Noticias

Pragmata é um jogo no estilo Sessão da Tarde — e isso é um elogio | Review

Por Kevin Ribeiro • 13/04/2026 às 18:29
Pragmata é um jogo no estilo Sessão da Tarde — e isso é um elogio | Review

Envolto em mistérios e adiamentos, eu nunca soube muito bem o que esperar do jogo até jogar a demo — e o resto foi apenas empolgação até o lançamento.

Com o jogo em mãos, minhas expectativas foram atendidas, mas, ainda assim, fica aquele gostinho de quero mais e de ausência de um tempero menos clichê para uma história tão afetiva.

Foram três adiamentos até conseguir controlar Hugh, protagonista do game, na Lua, que foi totalmente colonizada por humanos e agora é um grande laboratório.

Com uma base lunar altamente tecnológica, alguns problemas técnicos surgem e a comunicação é cortada, e Hugh e seu grupo vão até o local para investigar o que aconteceu.

A apresentação do jogo é breve, rápida e oferece o que é preciso de contexto para ninguém se sentir perdido.

Logo, uma falha no sistema da IA que controla a base falha, o caos toma o local, toda a equipe de Hugh se perde e o protagonista cai em um fosso bem profundo.

No fundo do poço, a melhor coisa de Pragmata é apresentada: Diana, a Pragmata que nos acompanha durante toda a jornada.

O título do jogo se refere a um modelo de robôs altamente inteligentes que possuem respostas para os mistérios que cercam a trama — além de Diana ser o motivo do game oferecer sorrisos constantes e altas doses de fofura com a ótima dinâmica da personagem com Hugh e o laço profundo que se desenvolve de maneira rápida em uma situação de sobrevivência.

Suas abordagens são práticas; afinal, essa foi a programação que ela recebeu, mas a garota ganha certas camadas de personalidade com o convívio com Hugh e conforme conhece mais sobre a Terra.

Com Hugh e Diana juntos, a rota do game é muito clara e, talvez, um pouco clichê.

Resolver o problema de IDUS, estabelecer comunicação com a Terra e voltar ao planeta