O cofre nos EUA que guarda toneladas de barras de ouro de vários países – e por que europeus querem tirá-las de lá
O cofre desempenha um papel crítico para a estabilidade do sistema financeiro global, já que muitos países mantêm ali suas reservas de ouro.
O ouro sempre foi visto como um porto seguro em momentos de turbulência financeira, volatilidade geopolítica e perda de valor causada pela inflação.
Desde o retorno de Donald Trump ao poder, políticos e especialistas europeus passaram a questionar a conveniência de repatriar o ouro armazenado no país.
O distanciamento do presidente em relação a compromissos internacionais e suas divergências com aliados europeus dos Estados Unidos têm gerado preocupação sobre a segurança do ouro europeu guardado pelo Fed.
O cofre nos EUA que guarda toneladas de barras de ouro de vários países – e por que europeus querem tirá-las de lá.
— Foto: Fotos: New York Fed | Montagem: Caroline Souza via BBC A 25 metros abaixo do solo, na Liberty Street, em Nova York, o Federal Reserve dos Estados Unidos ( Fed ) guarda no subsolo de sua sede mais de meio milhão de barras de ouro pertencentes a bancos centrais, governos e instituições de todo o mundo.
Essa câmara-forte é protegida por um cilindro de aço de 90 toneladas e, uma vez fechada, sua gigantesca fechadura só pode ser aberta no dia seguinte.
Mande para o g1 É o Cofre de Ouro do Fed , o maior depósito de ouro conhecido do mundo, que abriga cerca de 6, 3 mil toneladas em pilhas de barras cujo valor, aos preços atuais, ultrapassa US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões) — aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos.