Mulher baleada por PM morreu por hemorragia interna, aponta IML; demora no resgate é investigada
A ajudante-geral esperou mais de 30 minutos por resgate, apesar de haver bases do Corpo de Bombeiros a poucos minutos do local do disparo feito pela soldado Yasmin Cursino Ferreira em 3 de abril.
O Corpo de Bombeiros instaurou uma sindicância para apurar a demora no atendimento.
A Polícia Civil também investiga as circunstâncias da morte.
O caso é tratado como morte decorrente de intervenção policial.
Exclusivo: imagens das câmeras corporais de PM mostram ação que acabou com morte de mulher A ajudante-geral Thawanna da Silva Salmázio, baleada durante uma abordagem da Polícia Militar em Cidade Tiradentes , na Zona Leste de São Paulo , morreu por hemorragia interna aguda , segundo o atestado de óbito emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) nesta sexta-feira (10).
De acordo com a médica responsável pelo exame necroscópico, a causa da morte foi a perda intensa de sangue provocada pelo disparo.
Socorristas ouvidos pela TV Globo afirmam que a demora no resgate contribuiu diretamente para o agravamento do quadro, já que o ferimento não foi estancado nos primeiros minutos após o tiro.
Thawanna Salmázio esperou mais de 30 minutos por resgate, apesar de haver bases do Corpo de Bombeiros a poucos minutos do local do disparo feito pela soldado Yasmin Cursino Ferreira.
PM Yasmin atirou no peito de Thawanna após discussão — Foto: Reprodução O Corpo de Bombeiros instaurou uma sindicância para apurar a demora no atendimento.
A morte da mulher de 31 anos foi registrada pela câmera corporal usada por outro agente na madrugada de 3 de abril ( vídeo acima ).
De acordo com a gravação, o disparo de Yasmin ocorreu às 2 h59 na Rua Edimundo Audran; Cer