Unabomber: como matemático superdotado que aterrorizou EUA com cartas-bomba foi preso há 30 anos
Dali, eles retiraram Theodore "Ted" Kaczynski (1942-2023) , uma figura despenteada que, até então, só existia na mente do público como um homem encapuzado com óculos escuros, em um cartaz de "procura-se".
Por quase 18 anos, o Unabomber foi um dos criminosos mais procurados dos Estados Unidos — um sujeito misterioso que enviou bombas caseiras pelo correio, sem motivo claro nem padrão regular.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Dois importantes jornais americanos, Washington Post e New York Times, concordaram em publicar seu manifesto antitecnológico, se ele prometesse não voltar a cometer homicídios.
Suas palavras singulares foram identificadas, pela primeira vez, pela esposa do seu irmão, que nem mesmo o conhecia.
Como destacou o jornalista Krishnan Guru-Murthy, do programa de TV Newsnight , da BBC, "o acadêmico que abandonou tudo para viver em uma cabana rústica deixou um rastro até sua própria porta".
A busca pelo Unabomber começou em maio de 1978, quando ele enviou pelo correio uma bomba caseira rudimentar para a Universidade Northwestern, no Estado americano de Illinois.
O artefato foi seguido por um segundo ataque, quase um ano depois.
Em novembro de 1979, uma bomba detonada pela altitude, enviada pelo correio, explodiu a bordo de um voo da American Airlines.
O artefato não funcionou conforme o esperado, mas 12 pessoas precisaram receber tratamento por inalação de fumaça.
Como seus objetivos aparentemente eram universidades e linhas aéreas, o FBI americano atribuiu a ele o nome codificado UNABOM .
O artigo publicado por Kaczynski em dois dos jornais mais impo