Defesa da PM que matou mulher em SP alega legítima defesa: ' Efetuou um único disparo'
Testemunhas que presenciaram a abordagem contestaram a versão apresentada por policiais de que a vítima teria dado um tapa no rosto de Yasmin.
O empreendedor Erick Levy afirmou à TV Globo que viu a viatura avançar na direção de Thawanna e seu marido e descreveu uma escalada de agressões verbais e físicas antes do disparo.
No relato, ele também diz que a agressão partiu inicialmente da Polícia Militar.
Uma sequência de registros oficiais e imagens de câmera corporal aos quais a TV Globo teve acesso revela como se deram os mais de 30 minutos entre o disparo que atingiu Thawanna e a chegada do resgate.
Socorristas ouvidos pela TV Globo afirmam que a demora no resgate contribuiu diretamente para o agravamento do quadro, já que o ferimento não foi estancado nos primeiros minutos após o tiro.
Polícia Civil apura demora no resgate de Thawanna A defesa da policial militar Yasmin Cursino Ferreira, autora do disparo que matou a ajudante geral Thawanna da Silva Salmázio na madrugada do dia 3 de abril, na Zona Leste de São Paulo , alegou que a cliente agiu em legítima defesa e afirmou que a PM é inocente.
"Estando no exercício da função, ela foi agredida e efetuou um único disparo para cessar a escalada das agressões por parte da vítima", apontou o advogado Alexandre Guerreiro.
"Importante pontuar que a equipe acionou o socorro imediatamente e deu ciência as autoridades competentes", completou.
O empreendedor Erick Levy afirmou à TV Globo que viu a viatura avançar na direção de Thawanna e seu