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Testemunha nega tapa no rosto e diz que PM iniciou agressões antes de tiro

Por Kevin Ribeiro • 10/04/2026 às 22:39
Testemunha nega tapa no rosto e diz que PM iniciou agressões antes de tiro

Ela caminhava pela rua durante a madrugada com o marido quando o retrovisor da viatura bateu no braço dele.

O disparo ocorreu no momento em que o casal estava sendo questionado pelos policiais.

Thawanna não estava armada, e o caso está sendo investigado.

Novas imagens revelam testemunha da ação policial que matou Thawanna Salmázio Uma testemunha que presenciou a abordagem em que a ajudante-geral Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, foi morta com um tiro em Cidade Tiradentes, na Zona Leste de São Paulo , contestou nesta sexta-feira (10) a versão apresentada por policiais de que a vítima teria dado um tapa no rosto da soldado Yasmin Cursino Ferreira .

Thawanna morreu após ser baleada durante uma ação policial na última sexta-feira (3) .

O disparo ocorreu no momento em que o casal estava sendo questionado pelos policiais (veja no vídeo abaixo).

A ajudante-geral não estava armada, e o caso está sendo investigado.

O empreendedor Erick Levy afirmou à TV Globo que viu a viatura avançar na direção das pessoas e descreveu uma escalada de agressões verbais e físicas antes do disparo.

No relato, ele também diz que a agressão partiu inicialmente da Polícia Militar.

Foi no momento em que a policial saiu toda agressiva, chamando de 'vagabunda'.

A Thawanna falou: 'Vagabunda é você, eu só perguntei porque você jogou o carro para cima de mim'", relatou o homem.