Exército prende três militares condenados no núcleo 4 da trama golpista; 2 estão foragidos
Com isso, eles passam a cumprir de forma definitiva as penas de 13 a 17 anos de prisão a que foram condenados.
Os réus foram condenados por disseminar notícias falsas para criar instabilidade institucional que favorece uma tentativa de golpe de Estado.
O objetivo era manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, apesar da derrota nas urnas em 2022 (entenda mais sobre a condenação abaixo).
A ação ocorre após o relator do caso no Supremo, ministro Alexandre de Moraes, decretar também para este grupo o trânsito em julgado — ou seja, que não cabem mais recursos da defesa dos réus e a pena deve começar a ser cumprida de forma definitiva em unidades prisionais.
Foi preso em casa, no Espírito Santo, e ficará preso no 38º Batalhão do Exército de Vila Velha (ES); ➡️ Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército.
Ficará no Batalhão do Exército em Brasília; ➡️Guilherme Almeida , tenente-coronel do Exército.
Militares integrantes do núcleo 4 da trama golpista foram presos nesta sexta (10) — Foto: Reprodução/Globo News O coronel do Exército Reginaldo Abreu , que também deveria ter sido preso pelo Exército nesta sexta, está foragido nos Estados Unidos.
Outro considerado foragido é Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, que estaria no Reino Unido.
Também condenado na ação, o agente da Polícia Federal Marcelo Bormevet está preso desde 2024.
Com o trânsito em julgado, ele passa a cumprir a pena de forma definitiva nesta sexta (10