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Gilmar Mendes: ' O diretor-geral da PF dizia que 32 ou 34 parlamentares da Alerj recebiam mesada do jogo do bicho'

Por Kevin Ribeiro • 09/04/2026 às 21:20
Gilmar Mendes: ' O diretor-geral da PF dizia que 32 ou 34 parlamentares da Alerj recebiam mesada do jogo do bicho'

Gilmar Mendes: ' O diretor-geral da PF dizia que 32 ou 34 parlamentares da Alerj recebiam mesada do jogo do bicho'

Por André Coelho Costa , g1 Rio e TV Globo 09/04/2026 16h19 Atualizado 09/04/2026 O ministro do Gilmar Mendes afirmou nesta quinta-feira (9), durante sessão do STF, que ouviu de um diretor da PF que entre 32 e 34 parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro recebiam mesadas do jogo do bicho. A declaração foi dada durante julgamento da ação no STF que definirá se as eleições para governador do Rio de Janeiro, após renúncia de Cláudio Castro (PL), serão diretas, por votação popular, ou indiretas, em um pleito na Alerj. Flávio Dino pediu vista quando o placar estava 1 a 1, mas os ministros André Mendonça, Nunes Marques e Carmen Lúcia pediram para antecipar o voto antes do adiamento da sessão, e o placar ficou 4 a 1 favorável à eleição indireta. Ao comentar o cenário político do Rio, o ministro disse: “Deus tenha piedade do Rio de Janeiro. Isso não pode ser causa de decidir, mas é preciso ter isso como motivo”. O ministro não revelou o nome do diretor da PF que teria feito a declaração. 'O diretor-geral da PF dizia que 32 ou 34 deputados da Alerj recebiam mesada do jogo do bicho O ministro Gilmar Mendes afirmou nesta quinta-feira (9), durante sessão do Supremo Tribunal Federal, que ouviu de um diretor da Polícia Federal que entre 32 e 34 parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro recebiam mesadas do jogo do bicho. "O presidente da Assembleia [Rodrigo Bacellar, do União] está preso. Eu conversava com o diretor-geral da Polícia Federal que dizia que 32 ou 34 parlamentares da Assembleia recebiam mesada do jogo do bicho", disse Mendes. Gilmar Mendes não disse quando foi a conversa nem qual era o diretor-geral da PF – hoje, é Andrei Rodrigues – nem citou nomes de deputados. O g1 entrou em contato com a Polícia Federal e com a Alerj e aguarda posicionamento. A declaração foi dada durante julgamento da ação no STF que definirá se as eleições para governador do Rio de Janeiro, após renúncia de Cláudio Castro ( PL ), serão diretas, por votação popular