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Antes cotado para o Banco Central, Guilherme Mello será secretário-executivo do Ministério do Planejamento

Por Kevin Ribeiro • 08/04/2026 às 15:15
Antes cotado para o Banco Central, Guilherme Mello será secretário-executivo do Ministério do Planejamento

Em fevereiro deste ano, o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que indicou a Lula o nome de Guilherme Mello para a diretoria do Banco Central — instituição responsável por fixar a taxa básica de juros para conter a inflação.

Também em fevereiro, Mello se disse "lisonjeado" pela lembrança de seu nome e "feliz pela confiança do ministro".

Mas acrescentou que não recebeu nenhum convite até o momento, e que, por isso, não tem comentários a fazer.

Divulgada neste fim de semana no começo deste ano, a informação de que o atual secretário de Política Econômica da pasta, Guilherme Mello, foi indicado ao BC repercutiu mal entre analistas do mercado financeiro , receosos de que seu perfil considerado desenvolvimentista (a favor de um corte mais rápido dos juros) possa prejudicar o controle da inflação.

Ele tem graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Também é mestre em Economia Política pela PUC-SP, e doutor em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas.

Nenhuma de suas teses foi sobre a política monetária (fixação dos juros para atingir as metas de inflação).

No começo deste mês, o governo brasileiro indicou Guilherme Mello ao cargo de conselheiro de administração da Petrobras e solicitou que a indicação de Mello seja considerada à presidência do colegiado.

A indicação do acionista controlador da companhia tem em vista a convocação da assembleia geral ordinária (AGO) para 16 de abril.

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