CPI do Crime Organizado ouve presidente do BC, Gabriel Galípolo; Campos Neto falta pela 3ª vez
O ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, foi convocado a comparecer, mas faltou pela terceira vez.
Atual chefe da autoridade monetária, Galípolo foi convidado a prestar esclarecimentos no colegiado sobre a atuação do BC no caso do Banco Master, e sobre indícios de possíveis práticas criminosas praticadas pelo dono da instituição financeira, Daniel Vorcaro.
🔎O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado, um dia após o dono da instituição, Daniel Vorcaro, ser alvo de operação da Polícia Federal contra fraudes financeiras.
A suspeita é que o banco vendia carteiras de crédito sem garantias, ou seja, podres.
O convite a Galípolo foi aprovado a partir de requerimento do senador Eduardo Girão (Novo-CE).
O parlamentar argumenta que a oitiva é importante após a divulgação de que Galípolo teria se reunido com Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio do Planalto.
O senador manifestou dúvidas sobre a finalidade institucional da reunião.
Campos Neto falta novamente a oitiva Roberto Campos Neto foi convocado por requerimento do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
Ele esteve na chefia do Banco Central entre 2019 e 2025, época em que surgiram as primeiras suspeitas contra o Master.
Segundo o relator, o convocado é "testemunha qualificada" para explicar os critérios de idoneidade exigidos de controladores de bancos, e para explicar a suposta demora do BC em investigar indícios de fraudes envolvendo o banco de Vorcaro.
O requerimento da CPI lembra que, em 2019, o Banco Central autorizou Vorcaro a assumir o controle do antigo Banco Máxima, depois denominado Banco Master, e cita a Operaç