Por que Rio de Janeiro pode ter duas eleições para governador neste ano
A crise política se aprofundou quando Cláudio Castro (PL) renunciou em 23 de março para tentar evitar ser cassado e declarado inelegível caso fosse condenado pelo TSE.
Pela ordem natural, quem assumiria seria seu vice, Thiago Pampolha (União), eleito com Castro em 2022.
Só que ele deixou o posto em maio do ano passado, ao tomar posse como conselheiro no Tribunal de Contas do Estado, e o Rio ficou sem um vice-governador desde então.
Na linha de sucessão, então, viria o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Mas, no momento da renúncia, ainda não havia uma presidência definitiva.
STF decide nesta quarta como será a eleição para governador interino do RJ O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta quarta (8) se a população do Rio de Janeiro irá ou não às urnas para determinar quem governará o Estado até o fim deste ano.
A crise política se aprofundou quando Cláudio Castro (PL) renunciou em 23 de março ao cargo de governador para tentar evitar ser cassado e declarado inelegível caso fosse condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a acusação de ter cometido abuso de poder político e econômico e captação ilícita de verbas para a campanha nas eleições de 2022.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Pela ordem natural, quem assumiria seria seu vice, Thiago Pampolha (União), eleito com Castro em 2022.