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Brasil não é o único agindo para conter efeitos da guerra: veja o que outros países estão fazendo, alguns com medidas inusitadas

Por Kevin Ribeiro • 07/04/2026 às 15:36
Brasil não é o único agindo para conter efeitos da guerra: veja o que outros países estão fazendo, alguns com medidas inusitadas

Vários outros países também estão adotando medidas, algumas inusitadas, para enfrentar as consequências da guerra.

Após pouco mais de dois meses de conflito, o Ministério da Fazenda anunciou redução de impostos federais, subsídio ao diesel , fechou um acordo com os estados para uma ajuda financeira aos importadores do combustível e, mais recentemente, medidas para o gás de cozinha e querosene da aviação.

⛽Também foram anunciadas pelo governo brasileiro linhas de crédito aos setores afetados e fiscalização para evitar abusos nos preços dos combustíveis.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 ➡️Vários outros países também têm se movimentado para mitigar os efeitos do conflito sobre suas economias, com a adoção de medidas semelhantes àquelas anunciadas pelo Brasil (redução de impostos e subsídios aos setores afetados).

➡️Alguns deles têm ido um pouco mais além , com controle de preços e até mesmo medidas consideradas mais heterodoxas (não convencionais) , para conter a demanda da população e do setor produtivo por combustíveis e energia elétrica.

💵Os efeitos mais claros que as nações têm buscado diminuir são o aumento da inflação, por conta do repasse da disparada do petróleo aos combustíveis e preços domésticos de energia, e o impacto da crise no crescimento econômico e no bem estar das populações.

No caso do Brasil, especialistas avaliam que os efeitos não são tão graves, pelo fato de o país ser exportador de petróleo (o que gera ingresso de divisas no país e impacto menor no câmbio) e ter biocombustíveis.

Por outro lado, ainda tem de importar parte do diesel e da querosene de aviação consumidos internamente.