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A China está vencendo uma corrida pela IA, os EUA outra — mas qualquer um dos dois pode conseguir dianteira

Por Kevin Ribeiro • 07/04/2026 às 12:33
A China está vencendo uma corrida pela IA, os EUA outra — mas qualquer um dos dois pode conseguir dianteira

Mas hoje, os EUA se encontram em uma disputa de natureza diferente e com outro adversário: a China.

O objetivo é dominar a tecnologia, em especial a Inteligência Artificial (IA).

É uma luta travada em laboratórios de pesquisa, campi universitários e escritórios de startups de ponta — acompanhada de perto por líderes de algumas das empresas mais valiosas do mundo e pelos mais altos níveis de governo.

Cada um dos lados tem seus pontos fortes — algo que Nick Wright, pesquisador em neurociência cognitiva da University College London, no Reino Unido, resume como uma batalha entre "cérebros" e "corpos".

Os EUA tradicionalmente lideram nos chamados "cérebros" da IA: chatbots, microchips e grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês).

Já a China tem se destacado no quesito "corpos" de IA: robôs — especialmente os robôs "humanoides", que se parecem assustadoramente com pessoas.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Mas, agora, com ambos os lados empenhados em não deixar o rival assumir a liderança, essas vantagens podem não durar — e a corrida ainda deve passar por novas transformações nos próximos anos.

A disputa pelo domínio dos LLMs Em 30 de novembro de 2022, a empresa de tecnologia Open AI, com sede na Califórnia, lançou seu novo chatbot.

Em um comunicado de seis frases, a empresa anunciou ter treinado um novo modelo "que interage de forma conversacional".

"Você podia entrar em qualquer rede social e havia uma enxurrada de publicações de pessoas falando sobre as diferentes formas como estavam usando essa n