' Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra para lançar ataques letais em minutos
O projeto foi criado em 2017 para apoiar analistas militares diante da avalanche de imagens geradas por drones.
O Maven é usado para reduzir o tempo entre a identificação de um alvo e a execução do ataque.
A Palantir é a empresa responsável pelo software de IA que alimenta o projeto.
'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra Os Estados Unidos têm recorrido a um aliado não convencional na campanha contra o Irã: a inteligência artificial.
No centro dessa estratégia está o Project Maven , sistema que cruza dados de sensores e imagens de satélite para identificar alvos e mapear, em tempo real, o cenário de combate.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Quando foi criado em 2017, o projeto surgiu para apoiar analistas militares diante da avalanche de imagens geradas por drones.
Até então, o trabalho era feito manualmente: operadores precisavam examinar quadro a quadro para identificar possíveis indícios — muitas vezes visíveis por apenas instantes —, em um processo demorado e suscetível a erros.
Agora, oito anos depois, o projeto é visto como um facilitador da tomada de decisão no campo de batalha.
Isso porque, ao analisar dados como imagens de satélite e registros de drones, reúne dados em uma única tela, filtra informações, identifica possíveis alvos e sugere como atacá-los.
Project Maven — Foto: Reprodução/X Uma demonstração do Departamento de Defesa em março mostrou como funciona a plataforma.
Veja o passo a passo: Integração de dados: o sistema reúne informações de sensores e imagens em uma única tela, permitindo visão consolidada do campo de batalha.