10 governadores e 10 prefeitos de capitais renunciam para serem candidatos na eleição
Entre os governadores, dois pretendem concorrer à Presidência da República, enquanto oito devem disputar o Senado.
A desincompatibilização é uma regra eleitoral que obriga chefes do Executivo a deixarem a função antes de disputar uma eleição para outros cargos.
Presidente, governadores e prefeitos que podem disputar reeleição continuam até o fim do mandato.
Dez governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram a seus mandatos para disputar outros cargos na eleição deste ano, como exige a lei, segundo levantamento do g1 .
O prazo de desincompatibilização terminou na noite de sábado (4), a seis meses do primeiro turno.
A regra é válida para quem ocupa cargos no Poder Executivo, com o objetivo de evitar o uso da máquina pública em favor das candidaturas .
📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Entre os governadores que renunciaram, dois são pré-candidatos à Presidência da República — Romeu Zema e Ronaldo Caiado —, e oito devem disputar o Senado, que neste ano vai renovar 54 das 81 cadeiras .
Veja os nomes e clique sobre eles para saber mais: Acre: Gladson Cameli (PP) Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB) Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) Goiás: Ronaldo Caiado (PSD) Mato Grosso: Mauro Mendes (União) Minas Gerais: Romeu Zema (Novo) Pará: Helder Barbalho (MDB) Paraíba: João Azevêdo (PSB) Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL) Roraima: Antonio Denarium (PP) Quando o governador deixa o cargo, o vice assume e pode ser candidato a um novo mandato.
No Rio de Janeiro, há uma situação diferente: como Cláudio Castro estava sem vice, que foi nomeado para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado, haverá uma nova eleição para