Análise: Caos de Trump dá maior poder de influência à China
Foi assessora de imprensa do Banco Central e do Grupo Carrefour.
Eleita em 2023 a Jornalista Mais Admirada na categoria Economia do Jornalistas e Cia.
Um caça americano é abatido pelo Irã e abre um novo capítulo na escalada do conflito no oriente médio.
Um dos pilotos já foi resgatado, enquanto o outro segue desaparecido, elevando a tensão depois que o Irã passou a oferecer recompensa para quem capturar o militar americano.
O episódio se soma a uma crise que aprofunda o risco de extensão e prolongamento do conflito.
O presidente Donald Trump diz que a operação está perto do fim, mas ao mesmo tempo intensifica ataques verbais e militares e uma ocupação terrestre fica mais provável.
Enquanto isso, a China observa , mas já começa a se mover para assumir maior poder de influência.
Pequim testa discretamente um papel mais ativo, defende interrupção das hostilidades e tenta ocupar espaço como interlocutor global.
A leitura é dupla: há interesse econômico direto, diante do impacto sobre energia e comércio chines, e há cálculo geopolítico para se apresentar como alternativa de liderança num mundo mais instável.