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Advogada acusada de racismo no Burger King admite crime, faz acordo com MP e pagará R$ 8 mil a funcionário chamado de ' macaco'

Por Kevin Ribeiro • 03/04/2026 às 23:58
Advogada acusada de racismo no Burger King admite crime, faz acordo com MP e pagará R$ 8 mil a funcionário chamado de ' macaco'

Ela firmou um acordo com o Ministério Público (MP) no qual admite o crime e se compromete a pagar R$ 8.

105 a Pablo Ramon da Silva Ferreira, então supervisor do Burger King em Moema.

Pelo acordo, a advogada terá de cumprir uma série de medidas educativas, como participar de cursos e comprar e doar 87 livros com temática antirracista a entidades.

Mulher é presa acusada de racismo contra funcionário de lanchonete em SP A advogada que, em 2024, chegou a ser presa acusada de racismo contra um funcionário de uma lanchonete na Zona Sul de São Paulo firmou, em fevereiro deste ano, um acordo com o Ministério Público (MP) no qual admite o crime.

105 a Pablo Ramon da Silva Ferreira, então supervisor do Burger King em Moema, como forma de reparação pelas ofensas racistas.

Parte da confusão foi gravada por testemunhas, e as imagens viralizaram nas redes sociais (veja vídeo acima).

Pelo acordo, a advogada terá de cumprir uma série de medidas educativas, como participar de cursos e doar livros com temática antirracista a entidade s.

Ela também teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por seis meses, já que, na ocasião, dirigia embriagada — conforme apontou laudo pericial.

O Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), firmado com o Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi) do MP, foi homologado pela Justiça em 13 de fevereiro deste ano.

O instrumento permite evitar que o investigado responda a um processo criminal, desde que cumpra as condições estabelecidas.

A advogada Fabiani Marques acusada de racismo no Burger King da Zona Sul de São Paulo.