Segurança LUCAS e Shahed-136: entenda como funcionam drones ' kamikaze' Há 6 minutos
O conflito entre Rússia e Ucrânia, iniciado em 2022, marcou uma mudança significativa no campo de batalha.
Caças e outras aeronaves tradicionais perderam espaço para um tipo de arma muito mais barata e que se mostrou eficiente: os drones kamikaze.
A tendência se confirmou nas ofensivas conjuntas entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, com a utilização do drone “LUCAS” pelos dois países parceiros.
Adição mais recente das Forças Armadas americanas, o equipamento é um clone do Shahed-136 desenvolvido no território iraniano .
Também conhecidos como drones suicidas, os modelos kamikazes são um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) que se lança contra o alvo assim que o identifica .
Ele é a própria arma usada para abater o inimigo e se destrói ao atingi-lo – vem daí o termo “suicida”.
Integrando uma categoria chamada de “munições guiadas de precisão”, foram inspirados nos pilotos japoneses que lançavam seus caças contra navios inimigos durante a Segunda Guerra Mundial .
Esses aviadores militares ficaram conhecidos como “kamikazes”.
Ao contrário dos jatos do Japão, as aeronaves da guerra moderna não carregam humanos a bordo.
Em muitos casos, não há nem míssil, com o drone se tornando a bomba, embora seja possível implantar ogivas para aumentar o poder de destruição.
Eles também se caracterizam pela capacidade de voar por horas, conforme a estratégia militar escolhida, até localizarem o alvo ou aguardando o momento ideal para atacar.