Estreito de Ormuz: as posições de Irã, EUA, Rússia e Europa sobre o bloqueio que ameaça a economia global
O fluxo é controlado tanto pelo Irã quanto pelo Sultanato de Omã, que detém um exclave na costa sul do local.
Teerã mantém a passagem efetivamente fechada desde que o país foi atacado por EUA e Israel, em 28 de janeiro.
O bloqueio tem causado impactos mundiais no preço de combustíveis e no suprimento de fertilizantes, entre outras indústrias.
Irã diz que vai abrir o Estreito de Ormuz para embarcações “não hostis” — Foto: Benoit Tessier/Reuters Autoridades do Irã anunciaram nesta quinta-feira (2) que o país está trabalhando em um protocolo para garantir o tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz em conjunto ao Omã.
O vice-ministro de Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, disse à agência estatal russa Sputnik que o protocolo para gerenciar a circulação das embarcações seria aplicado assim que a guerra terminasse.
A situação de Ormuz tem causado uma preocupação internacional crescente.
Também nesta quinta, 40 países pediram a "reabertura imediata" da passagem .
Países do Golfo Pérsico pediram da ONU autorização para uso da força para essa liberação, que prejudica suas exportações.
O estreito é um importante corredor marítimo, por onde passam cerca de 20% das exportações de petróleo do mundo.
Pronunciamento de Trump e fechamento de Ormuz preocupam governos e mercados Teerã mantém a passagem efetivamente fechada desde que o país foi atacado por EUA e Israel , em 28 de janeiro.
Veja, a seguir, quais os principais desdobramentos recentes envolvendo Ormuz: O Irã disse estar trabalhando com Omã em um protocolo que assegure o tráfego marítimo no estreito.