Lula cobra Congresso por aprovação de PEC da Segurança e diz que está ' em guerra' contra crime organizado
A divisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública em dois ganhou mais força nos últimos meses, em meio ao avanço do crime organizado no país e a preocupação dos cidadãos com o tema, às vésperas das eleições deste ano.
Segundo Lula, a aprovação da PEC –após a sanção do PL Antifacção – é o próximo passo no combate à atuação de facções criminosas no país: "A gente não pode esperar, nós estamos agora em uma guerra contra o crime organizado" .
A declaração foi dada em entrevista à TV Record da Bahia, transmitida pela Presidência.
🔎Lula sancionou em 23 de março o PL Antifacção, que cria um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil.
O texto estabelece diretrizes para o enfrentamento de facções, como aumento de pena para até 40 anos e o estabelecimento de prazos para investigações.
Porque na hora que o Congresso aprovar a PEC nós vamos aprontar, com muita rapidez, um grande Ministério da Segurança Pública, para que a gente possa fazer intervenção contra o crime organizado sem precisar pedir licença pra ninguém", prosseguiu.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 A PEC da segurança, apresentada pelo ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, cria mecanismos para integrar as forças de segurança pública do país e ampliar a coordenação entre União, estados e municípios.
O Palácio do Planalto enxerga a PEC como uma das principais ações para combater o crime organizado e — politicamente — como medida que pode fortalecer a candidatura de Lula à reeleição, dada a crescente relevância do tema nas pesquisas de intenção de voto.
"O que nós queremos na verdade é chegar no andar de cima da corrupção, chegar nos magnatas da corrupção que não moram nas favelas, moram no