Irã diz que guerra continuará até ' rendição e arrependimento permanente do inimigo' em resposta às ameaças de Trump
A fala surgiu após ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de que Washington atacaria o Irã "com extrema força" dentro de algumas semanas, embora o Irã estivesse "essencialmente dizimado" e os Estados Unidos estivessem no caminho certo para atingir seus objetivos militares.
No discurso, Trump voltou a ameaçar o Irã, inclusive com ataques a usinas de eletricidade caso o país não houver acordo .
O porta-voz respondeu que as avaliações dos EUA e de Israel sobre as capacidades militares do Irã eram "incompletas".
Também ameaçou Israel e os EUA com 'ações mais esmagadoras, amplas e destrutivas'.
Presidente do Irã manda carta para americanos Em um carta endereçada "ao povo norte-americano" antes do pronunciamento de Trump, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que seu país não "nutre inimizade com as pessoas comuns dos Estados Unidos" , disse não ser uma ameaça e acusou o governo de Donald Trump de enganar seus próprios cidadãos.
Na carta, divulgada pela imprensa estatal iraniana, Pezeshkian pede ainda que os norte-americanos questionem "se Washington está realmente colocando os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar ou se está apenas agindo como um representante de Israel " e afirma que Trump está disposto a lutar "até o último soldado americano".
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, responde a perguntas da imprensa durante uma coletiva em Nova York, nesta sexta-feira (26) — Foto: Angelina Katsanis/AP Photo A carta foi a primeira comunicação direta do governo iraniano direcionada à população dos EUA desde o início do conflito no Oriente Médio.
No documento, o presidente iraniano faz uma separação entre o país Estados Unidos e o povo a