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Argentina ré por injúria racial retira tornozeleira eletrônica após permissão da Justiça

Por Kevin Ribeiro • 01/04/2026 às 23:54
Argentina ré por injúria racial retira tornozeleira eletrônica após permissão da Justiça

No dia anterior, Agostina depositou o valor determinado pela Justiça do Rio para retornar ao seu país enquanto segue respondendo pelo caso, após receber um habeas corpus.

Uma decisão da Oitava Câmara do Tribunao de Justiça determinou nesta segunda-feira (30) o cumprimento de condições, entre elas o pagamento de caução equivalente a 60 salários mínimos - aproximadamente R$ 97 mil, para Agostina deixar o Brasil.

Segundo a denúncia do MPRJ, no dia 14 de janeiro deste ano, Agostina, que é a advogada, se referiu a um empregado de um bar em Ipanema como “negro” de forma pejorativa e, ao deixar o local, usou a palavra “mono”, que em espanhol significa “macaco”, além de imitar gestos do animal.

Polícia investiga advogada argentina por ofensas racistas em Ipanema A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) informou que a advogada argentina Agostina Páres, ré por injúria racial , retirou nesta terça-feira (31) a tornozeleira eletrônica, após receber permissão da Justiça.

O g1 tenta contato com a defesa de Agostina para confirmar se a argentina, após o pagamento da multa e a retirada da tornozeleira, deixou o Brasil.

A liminar foi expedida pelo desembargador Luciano Silva Barreto, relator do caso na Oitava Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro .

O valor será pago como uma garantia de que ela vai cumprir a pena imposta no Brasil.