Life is Strange: Reunion aposta na nostalgia de Chloe e Max, mas falha nos detalhes
Escolher entre salvá-la ou sacrificar Arcadia Bay é um dilema que você sabe o que deve fazer, só não quer aceitar a realidade.
Life is Strange: Reunion foi anunciado com a premissa de reunir novamente Max e Chloe, e permite aos jogadores decidir qual vai ser o futuro delas, juntas ou não.
O game se passa poucos meses depois do incidente envolvendo Safi em Double Exposure.
Caso você não esteja familiarizado com o título anterior, não tem problema, já que Reunion apresenta um resumo da narrativa para situar o jogador dos acontecimentos.
Logo no início, encontramos Max traçando novos caminhos como artista até que, de volta em Caledon após um final de semana fora, a protagonista se depara com uma cena aterrorizante: o campus inteiro da universidade está em chamas.
Sem pensar duas vezes, ela volta no tempo para sexta-feira, e conta inicialmente com a ajuda de Moses para descobrir qual é a causa do incêndio e claro, como impedi-lo.
No começo de Li S Reunion, você pode decidir as escolhas relacionadas a jogos anteriores da franquia, como com quem Max possui envolvimento romântico ou até mesmo se Chloe sobrevive às custas de Arcadia Bay.
Essa definição logo de início vai ditar a trilha que você irá traçar durante o jogo, porém não chega a ser de fato um limitador da narrativa.
Desde que o jogo foi anunciado pela Deck Nine, eu fiquei muito curiosa de como a Max encararia a volta de Chloe à vida, e por isso escolhi seguir pelo caminho de que ela foi sacrificada no primeiro game.
Em Reunion, a gameplay alterna entre as duas protagonistas antes mesmo do reencontro delas, o que retira aquele fator surpresa.
Mesmo assim, o jogo ainda consegue criar um suspense gostoso de como as personagens vão se reencontrar, já que no começo você está em um ambiente muito nebuloso, em que as informações não coincidem e parece que você está em duas realidades diferentes.