Minha Série Crítica: Super Mario Galaxy O Filme mostra um universo lindo, mas vazio de história Há 5 minutos
Por anos, fãs de videogame sofreram com a falta de boas adaptações cinematográficas baseadas em jogos, onde a maioria esmagadora dos estúdios se baseava basicamente em: pegar a narrativa principal, alterá-la totalmente e esperar um grande sucesso de bilheteria.
Isso começou em 2020, com o lançamento de Sonic: O Filme e posteriormente em 2023, com Super Mario Bros.
O Filme – sim, ainda é possível contar uma história nova e boa usando elementos cruciais de cada franquia.
Não à toa, o primeiro filme dos irmãos encanadores bateu recordes de público, fazendo parte do seleto grupo das bilheterias bilionárias, figurando o terceiro lugar das maiores bilheterias de animação da história.
O óbvio aconteceu: a Illumination deu o sinal verde para uma sequência, desta vez baseada num jogo querido pelos fãs, o Super Mario Galaxy.
Visualmente lindo e com referências para todos os lados, o filme acaba entregando uma aventura esquecível, mas digna de futuros vídeos de easter-eggs que ainda irão rolar em cima da história.
Na sequência, somos apresentados à Princesa Rosalina (Brie Larson), que vive numa espécie de nave-observatório com seus diversos filhos, as doces estrelinhas conhecidas por Lumas.
Querendo o poder da Princesa para resgatar ao seu pai, Bowser Jr.
a sequestra, fazendo com que Rosalina peça ajuda a única pessoa em quem ela confia: Princesa Peach (Anya Taylor-Joy).
Tomada pela coragem, Peach segue em busca de Rosalina, seguida por Mario (Chris Pratt), Luigi (Charlie Day) e Yoshi (Donald Glover), que ficaram involuntariamente pra trás para cuidar do castelo da Princesa.
Juntos, a missão agora é salvar Rosalina das garras de Bowser Jr.