Voxel Death Stranding 2 esbanja seu mundo fotorrealista nos PCs: Review técnica Há 10 minutos
Death Stranding 2: On the Beach chegou aos computadores menos de um ano depois da sua estreia no Play Station 5 e impressiona com gráficos realistas.
A sequência do aclamado game de Hideo Kojima melhora basicamente tudo em relação ao seu antecessor e traz um leque de opções apurado aos PCs.
Na segunda parte da aventura de Sam Porter Bridges , somos jogados ao México para conectar diferentes cidades na rede quiral apresentada no primeiro jogo, acompanhados de uma baita experiência nos computadores.
Death Stranding 2 impressiona e é bem otimizado, mas precisa de um PC parrudo para aguentar o Ray Tracing.
Se o primeiro Death Stranding já era um deleite visual, Death Stranding 2: On the Beach leva o metodismo de Hideo Kojima ao próximo nível.
Logo nos primeiros segundos de gameplay, somos apresentados a uma imensidão árida e visualmente estonteante por conta do realismo gráfico contínuo do game.
Nesta sequência, os desenvolvedores utilizaram uma nova versão do motor gráfico Decima, que também serve de base para Horizon Forbidden West , da Guerrila Games.
Assim como no estúdio da Play Station, a Kojima Productions soube espremer muito bem essa engine e caprichou nos detalhes.
Como Death Stranding aposta nessa imersão de mundo apocalíptico e vazio, a beleza do game está nos cenários.
Sejam gigantescas montanhas cobertas de neve ou grandes zonas desérticas, Sam deve atravessá-las para conectar um país.
Cada um desses ambientes tem uma geometria rebuscada e visualmente muito atraente.