Mamma Mia! Confira nossa crítica de Super Mario Galaxy: O Filme
Confira nossa crítica de Super Mario Galaxy: O Filme Celebrando 40 anos como o personagem mais reconhecível dos games, Mario não tem muito mais a provar dentro de seu universo original — ele já é um ícone.
Nos filmes, entretanto, as décadas de projetos altamente duvidosos deixaram receios difíceis de serem superados.
Felizmente, há pouco tempo, esse panorama mudou: adaptações de jogos finalmente entenderam como conquistar os fãs, permitindo que longas como Super Mario Galaxy: O Filme se mostrem confortáveis na telona.
, que deu início a essa nova empreitada, foi um dos nomes que construíram a base firme para Galaxy , que já não precisa pisar em ovos com introduções e pode apenas focar no que, de fato, quer mostrar.
Os minutos iniciais já trazem uma sequência de ação excelente, avisando ao espectador que é melhor se acomodar bem na poltrona.
Essa primeira cena, inclusive, realiza a única apresentação necessária para o enredo: Rosalina, uma princesa extremamente poderosa, foi sequestrada por Bowser Jr.
, filho do vilão do primeiro filme, que busca libertá-lo e se vingar de Mario e cia.
O pedido de socorro chega aos protagonistas, dando início à operação de resgate.
É aí que a Illumination aproveita todo o potencial do nome Galaxy , um dos games mais ousados do encanador.
O estúdio de animação não se intimida nem um pouco com o mar de possibilidades que a franquia carrega, e, mesmo sem se apoiar muito no roteiro do jogo, entrega cenas visualmente incríveis que podem até abusar das referências — mas não é pra isso que vamos ao cinema ver um filme como esse?
A motivação por trás da jornada pode se perder num ritmo descompassado que, mesmo com um apelo surpreendentemente emotivo nos laços familiares, parece ter pausas quase forçadas para esticar um pouco mais a resolução do enredo.
Ainda assim, quando Super Mario Galaxy é legal, ele é muito legal.