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Diretor-geral diz que PF não atua de forma política e que investigadores são alvos de ataques ' covardes'

Por Kevin Ribeiro • 30/03/2026 às 17:13
Diretor-geral diz que PF não atua de forma política e que investigadores são alvos de ataques ' covardes'

Durante um evento de comemoração do aniversário da PF, o diretor disse que as investigações são pautadas pela isenção técnica e que não há espaço para direcionamentos ideológicos ou políticos na gestão atual.

"Tenho total tranquilidade de afirmar, sem rodeios, que, em nossa gestão, jamais houve direcionamento de qualquer atuação ou investigação, tampouco favorecimento ou detrimento de qualquer servidor em razão de matizes ideológicas ou políticas.

E aqui a gente tem que repetir mais uma vez esse que também é o mantra: a Polícia Federal não protege e nem persegue", declarou Rodrigues.

Segundo o diretor-geral, o rigor das apurações tem gerado reações contra os agentes que lideram inquéritos sensíveis.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Rodrigues disse ainda que as tentativas de enfraquecimento das atribuições da PF são uma estratégia daqueles que não possuem interesse em uma polícia forte.

"Somos muitas vezes acusados por fazer nosso trabalho, e outras também de ter feito o que não fizemos.

Rodrigues também aproveitou para destacar operações recentes, mencionando especificamente o combate à fraude bilionária no sistema financeiro pelo Banco Master.

O diretor-geral atribuiu o avanço do caso à cooperação com o Banco Central e elogiou a postura técnica do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo.

Para o diretor, a articulação entre órgãos públicos sob os pilares da legalidade é o que permite resultados consistentes no combate ao crime organizado e à corrupção.

O diretor-geral também falou sobre a estrutura interna da Polícia Federal.