Nem Rivaldo foi suficiente: como o Sport deu um balão no Santa Cruz para contratar Leonardo
Está imortalizado pelos nove títulos conquistados, 136 gols e uma infinidade de momentos memoráveis com a camisa que vestiu em 367 oportunidades pelo Leão e o levou à seleção brasileira.
No mês em que se completam os 10 anos da precoce partida do ex-atacante, falecido em 1º de março de 2016, aos 41 anos, o ge buscou resgatar uma história nunca antes devidamente esclarecida na trajetória de Leonardo: a da chegada dele à Ilha do Retiro.
Afinal, o Sport deu ou não deu um "balão" no Santa Cruz para contratar o jovem atacante que se destacava na Sociedade Esportiva de Picos (SEP)?
A reportagem foi ao Sertão piauiense ouvir ex-dirigentes e familiares de Leonardo.
No Recife, resgatou publicações antigas e ouviu os envolvidos ainda vivos no episódio de 34 anos atrás.
Leonardo: as origens de um ídolo para sempre vivo na história do Sport Leonardo vem de uma família de jogadores.
O pai, Francisco das Chagas Silva, o seu Chico, os irmãos, Joselito e Josimar, o primo Renatinho, todos carregavam o futebol no DNA.
- Quando ele tinha uns 8 anos, já ia atrás de bola na beira do rio.
No começo, ele jogava futebol de salão - recorda Fabíola Pereira, irmã de Leonardo.
Foi quando já se destacou no salão e aí chamaram ele pra já jogar no Intermunicipal pela SEP.
Foram campeões e ganharam a vaga pra jogar a Primeira Divisão do Piauiense.