Crise política no Rio: entenda por que o estado terá eleição para mandato-tampão e o impasse no STF
Como o cargo de vice-governador também está vago desde 2025, o estado terá de realizar eleição para definir quem chefiará o Palácio Guanabara até o fim de 2026.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou uma lei com as regras para a eleição suplementar.
No entanto, o PSD, de Eduardo Paes, contestou a norma no STF.
Os ministros da Suprema Corte começaram a analisar o tema no plenário virtual, mas o julgamento foi suspenso pelo ministro Cristiano Zanin.
Julgamento sobre eleição no Rio deve ocorrer na segunda semana de abril O estado do Rio de Janeiro vive uma semana de incertezas políticas após a renúncia de Cláudio Castro ( PL -RJ), na véspera da condenação do ex-governador à inelegibilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Como o cargo de vice-governador também está vago desde 2025, quando o vice Thiago Pampolha (União) renunciou para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, o estado terá de realizar uma eleição suplementar para definir quem chefiará o Palácio Guanabara até o fim de 2026.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro ( Alerj ) aprovou uma lei com as regras para essa eleição suplementar .
No entanto, o PSD , do pré-candidato nas eleições gerais de outubro Eduardo Paes , contestou a norma no Supremo Tribunal Federal ( STF ).
Os ministros começaram a analisar o tema no plenário virtual.
O último desdobramento foi a suspensão da eleição indireta pelo ministro Cristiano Zanin .
O presidente do STF, Luiz Edson Fachin , ainda vai marcar uma data para esse julgamento.