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A Geração Z decidiu revitalizar uma indústria que parecia estar morta

Por Kevin Ribeiro • 28/03/2026 às 20:45
A Geração Z decidiu revitalizar uma indústria que parecia estar morta

Com o avanço das plataformas digitais e, em seguida, dos serviços de streaming, esse modelo de negócio — juntamente com a venda de filmes e séries em formato físico — começou a desmoronar, com quedas na receita de cerca de 20% ao ano.

Agora, isso começou a mudar, embora também não se deva esperar uma ressurreição milagrosa.

Embora as vendas de DVDs continuem diminuindo, a queda parece ter desacelerado nos Estados Unidos, e até mesmo se observa uma recuperação nas reedições de títulos clássicos e no mercado de 4 K.

Empresas especializadas já relatam aumentos significativos graças ao interesse dos jovens consumidores, de acordo com um artigo publicado há algumas semanas no LA Times.

Também é mencionado que lojas dobraram o número de empréstimos em um ano e o aumento de clientes jovens com vontade de colecionar.

Há quem veja aqui um certo paralelo com o ressurgimento do vinil: um retorno ao formato físico impulsionado pelo cansaço em relação ao digital, pelo desejo de possuir algo tangível e pela busca de uma relação mais consciente e menos efêmera com a cultura.

Fala-se até de um sentimento de “rebeldia” contra o controle das plataformas.

“Quero algo que possa colocar na minha estante”, “Posso ir ao meu armário, pegar algo e colocar para assistir, em vez de passar uma hora procurando na Netflix e acabar assistindo à mesma série de sempre”, dizem algumas das declarações citadas pelo jornal