STF tem maioria para votação secreta em eleição indireta para o governo do Rio
Votaram nesse sentido seis ministros: Luiz Fux, Cármen Lúcia, Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli e Luiz Edson Fachin.
Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin divergiram e votaram pela realização de eleição direta.
A Corte ainda não formou, contudo, maioria sobre o prazo de 24 horas para a desincompatibilização de candidatos.
Gilmar Mendes acompanhaa voto de Moraes, que divergiu e votou pela realização de eleição direta.
O Supremo Tribunal Federal ( STF ) formou maioria nesta sexta-feira (27) para confirmar que a eleição indireta para o governo do Rio de Janeiro deve ser secreta.
Neste tipo de votação, os deputados estaduais escolhem o governador e não precisam divulgar em quem votaram.
A Corte, contudo, ainda discute o prazo de 24 horas para a desincompatibilização de candidatos, ou seja, o prazo para que interessados na disputa desocupem os cargos que ocupam para participar do pleito.
O tribunal analisa, no plenário virtual, a ação que trata das regras para as eleições no estado.
Os ministros avaliam a decisão individual do ministro Luiz Fux, relator do caso.
Até lá, os ministros podem alterar seus votos, o que pode alterar o placar da votação.
🔎A situação política do Rio de Janeiro atravessa uma crise de sucessão após a renúncia de Cláudio Castro em 23 de março de 2026, ocorrida em meio a um julgamento no TSE sobre a sua inelegibilidade.