Joguei 3 horas de Saros, próximo grande lançamento do Play Station, e saí encantada com a nova proposta da Housemarque | Preview
Depois de três horas de gameplay, já dá para ter uma boa ideia de como o jogo tenta equilibrar a identidade do estúdio com uma proposta mais ambiciosa.
Neste ano a Housemarque completa 30 anos e atender às expectativas dos fãs certamente estava nos planos da desenvolvedora que já consagrou diversos títulos.
Durante o evento, além do teste, também entrevistei o diretor criativo do jogo, Gregory Louden, e a primeira pergunta foi inevitável: por que criar uma nova IP, que também é um roguelike em terceira pessoa, ao invés de uma continuação de Returnal?
“Queríamos fazer algo novo, adicionar novos elementos e, sinceramente, amamos dark sci-fi.
Então pensamos: vamos melhorar o Returnal, deixar ele lá e criar um mundo completamente novo.
É como se Saros tivesse sido criado do respeito que temos por Returnal, mas queremos que ambos sejam IPs únicas”, disse Gregory.
Já nos primeiros minutos de gameplay, fica clara a intenção da Housemarque de inovar.
Saros mantém o desafio e as recompensas característicos dos jogos de ação do estúdio, mas traz como grande diferencial a presença de uma progressão permanente, que muda a forma como o jogador evolui ao longo da experiência.
Ao mesmo tempo, é natural que o jogo beba de diferentes fontes, especialmente de Returnal.
Apesar disso, muita coisa evoluiu: o combate está mais refinado, os controles mais responsivos e, desta vez, o jogo contará com um sistema de autosave disponível desde o lançamento.
Entre as novidades, temos o sistema de eclipse, a progressão permanente e um elenco que pretende expandir ainda mais o escopo narrativo do jogo.