Segurança Armas autônomas (killer robots): por que a ONU tenta regular Há 9 horas
Nos conflitos armados atuais, como nas guerras entre Rússia e Ucrânia e nas ofensivas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o Irã, o uso de inteligência artificial no campo de batalha tem ganhado destaque .
A tecnologia está no planejamento de ataques e em armas autônomas.
Também conhecidos como “killer robots”, os armamentos avançados incluem, principalmente, drones sem operadores humanos .
Apesar das vantagens, a presença contínua desses recursos em cenários de batalha levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a pedir a regulação e até a proibição de tais máquinas.
Chamados de “Lethal Autonomous Weapon Systems” (LAWS) ou “Sistemas de Armas Autônomas Letais” em tradução livre, esses dispositivos de guerra possuem capacidade de identificar e atacar alvos sem depender de controle humano .
Para tanto, utilizam sensores e IA, entre outras tecnologias.
Os mecanismos integrados às armas registram e analisam dados do campo de batalha, entendendo o ambiente e diferenciando pessoas de veículos e objetos.
Com base nessas informações, os sistemas automatizados selecionam alvos e tomam a decisão de atacar ou não por conta própria.
Inicialmente restritos à ficção, os robôs de combate aparecem em diferentes formatos, como drones alimentados com IA, submarinos não tripulados e outros tipos de veículos autônomos .
Até mesmo robôs humanoides para usos militares já foram testados.
É importante destacar que as versões mais avançadas da tecnologia bélica ainda não foram totalmente implementadas.