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Segurança Armas autônomas (killer robots): por que a ONU tenta regular Há 9 horas

Por Kevin Ribeiro • 26/03/2026 às 07:49
Segurança Armas autônomas (killer robots): por que a ONU tenta regular Há 9 horas

Nos conflitos armados atuais, como nas guerras entre Rússia e Ucrânia e nas ofensivas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o Irã, o uso de inteligência artificial no campo de batalha tem ganhado destaque .

A tecnologia está no planejamento de ataques e em armas autônomas.

Também conhecidos como “killer robots”, os armamentos avançados incluem, principalmente, drones sem operadores humanos .

Apesar das vantagens, a presença contínua desses recursos em cenários de batalha levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a pedir a regulação e até a proibição de tais máquinas.

Chamados de “Lethal Autonomous Weapon Systems” (LAWS) ou “Sistemas de Armas Autônomas Letais” em tradução livre, esses dispositivos de guerra possuem capacidade de identificar e atacar alvos sem depender de controle humano .

Para tanto, utilizam sensores e IA, entre outras tecnologias.

Os mecanismos integrados às armas registram e analisam dados do campo de batalha, entendendo o ambiente e diferenciando pessoas de veículos e objetos.

Com base nessas informações, os sistemas automatizados selecionam alvos e tomam a decisão de atacar ou não por conta própria.

Inicialmente restritos à ficção, os robôs de combate aparecem em diferentes formatos, como drones alimentados com IA, submarinos não tripulados e outros tipos de veículos autônomos .

Até mesmo robôs humanoides para usos militares já foram testados.

É importante destacar que as versões mais avançadas da tecnologia bélica ainda não foram totalmente implementadas.