CEO e ex-sócio do Grupo Fictor, que iria comprar o banco Master de Vorcaro, são alvos de operação da PF sobre fraudes bancárias
O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também é alvo de mandado na cidade de São Paulo.
A Operação Fallax tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de crimes de estelionato e lavagem de dinheiro, que movimentou mais de R$ 500 milhões.
Polícia Federal prende 14 pessoas em operação contra fraudes bancárias e lavagem de dinheiro Rafael de Gois, sócio-fundador e CEO do Grupo Ficto r, é um dos alvos da ‘Operação Fallax’, da Polícia Federal (PF), que acontece na manhã desta quarta-feira (25) em três estados.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao executivo na capital paulista.
O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também é alvo de mandado na cidade de São Paulo .
Contra Rubini há ainda a determinação de quebra de sigilo bancário determinado pela Justiça Federal.
Além do grupo Fictor , o Comando Vermelho também usava o mesmo esquema de lavagem de dinheiro e é alvo da operação.
Ao todo, estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Até as 16 h, ao menos 15 pessoas já tinham sido presas pela PF.
Dentre os presos, há dois gerentes da Caixa Econômica Federal e uma ex-gerente do Banco do Brasil envolvida no esquema.
Os advogados de Rafael afirmaram que apenas um celular foi apreend