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Decisão de ministro do TCU desagrada BC e é vista como manutenção de ameaças

Por Kevin Ribeiro • 25/03/2026 às 12:32
Decisão de ministro do TCU desagrada BC e é vista como manutenção de ameaças

25/03/2026 09 h28 Atualizado 25/03/2026 Depois do parecer da área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU), endossando as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) na liquidação do Banco Master, a expectativa da cúpula do BC era que o processo no tribunal fosse arquivado.

O ministro Jonathan Jesus decidiu suspender, em vez de arquivar, dizendo que vai aguardar todas as investigações em curso sobre o Banco Master.

A decisão do ministro Jonathan de Jesus desagradou o Banco Central, ainda mais porque o relatório da área técnica do tribunal não só avalizou as decisões do BC no caso Master, como apontou que as irregularidades estavam mesmo no banco de Daniel Vorcaro , liquidado pela autoridade monetária.

Colegas de Jonathan de Jesus também não concordam com a decisão dele, que funcionaria mais para manter uma ameaça contra o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, sem nenhum sentido, já que a área técnica já deu seu aval para a decisão da autoridade monetária sobre o Master.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo interlocutores do BC, o ministro Jonathan de Jesus simplesmente mantém sua prática de tentar beneficiar o Master.

Encontrou falhas graves e erros primários nas transações entre o Master e o BRB.

Ou seja, o problema, segundo os técnicos, não está no BC, mas no Master e no BRB.

Desde o início do caso Master, a relação entre o ministro, relator do processo que analisa a liquidação do Banco Master, e o Banco Central tem sido marcada por atritos.

Jonathan de Jesus chegou a classificar a liquidação de precipitada, o que se provou um erro de avaliação do ministro.

Ele chegou ainda a ameaçar proibir a venda de ativos do Master liquidado.

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