Tentativa de beijo, convites com conotação sexual e transferência: relato da PM que denunciou tenente-coronel por assédio
A militar relatou ao órgão investidas físicas indesejadas, como uma tentativa de beijo à força, além de convites impertinentes e abuso de poder por parte do oficial.
Geraldo foi preso preventivamente na última quarta-feira (18), quando se tornou réu na Justiça por feminicídio e fraude processual.
Conforme o relato da policial, que solicitou que a identidade fosse preservada por medo de retaliação, ela trabalhou no mesmo batalhão que o tenente-coronel entre julho e novembro do ano passado.
Novas denúncias surgem contra o tenente-coronel — Foto: Reprodução/TV Globo Uma policial militar denunciou ao Ministério Público o tenente-coronel Geraldo Neto, preso por ser suspeito de matar a esposa Gisele Alves Santana com um tiro na cabeça no Brás, Centro de São Paulo , por assédio sexual e moral.
"Conhecendo o perfil desse homem e tendo sido vítima dele posso afirmar que ele é capaz de tudo", enfatizou.
Conforme o relato da policial, que solicitou que sua identidade fosse preservada por medo de retaliação, ela trabalhou no mesmo batalhão que o tenente-coronel entre julho e novembro do ano passado.
Segundo ela, Geraldo tentou beijá-la na sede da companhia, sendo impedido por ela.
Além disso, o tenente-coronel fazia convites frequentes para que ela fosse até sua sala, sugerindo que poderiam fechar a porta para que ninguém soubesse que estavam ali, e in