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Lesões mantêm ponto de interrogação em “certezas” de Ancelotti

Por Kevin Ribeiro • 24/03/2026 às 22:02
Lesões mantêm ponto de interrogação em “certezas” de Ancelotti

É desta maneira que podemos definir os problemas que a seleção brasileira tem enfrentado com lesões no setor defensivo às vésperas da Copa do Mundo.

Com dez das 12 vagas praticamente definidas na mente do treinador italiano, cortes recentes e recorrências com problemas físicos deixam mais abertas do que nunca as vagas até a lista final, dia 18 de maio.

Carlo Ancelotti em treino da Seleção em Orlando — Foto: Léo Sguaçabia Seja entre goleiros, zagueiros ou laterais, Carleto se acostumou a trocar peças a força desde que assumiu o Brasil na Data Fifa de junho do ano passado.

Dos 13 cortes realizados pelo treinador, dez foram no setor, inclusive os três para os duelos contra França e Croácia nos EUA.

Rotina que acirra a concorrência, mas, por outro lado, gera um clima de instabilidade no planejamento da comissão técnica.

Dos 13 cortes desde a chegada de Ancelotti, 10 foram na defesa Dos 50 cortes em todo o ciclo para 2026, 34 foram na defesa Seleção teve 50 cortes por lesão desde 2023 O temor aumenta quando o recorte é de todo o ciclo para a Copa de 2026.

Dos 50 jogadores cortados após convocação nesses pouco mais de três anos, 34 foram do setor defensivo, que conta ainda com os recordistas Ederson (5), Alisson, Gabriel Magalhães e Vanderson (3).

O lateral-direito, por sinal, já está fora do Mundial justamente por uma nova lesão muscular na coxa e engrossa a relação também dos que sequer puderam ser convocados por estarem no departamento médico no período da elaboração da lista.

São os casos, por exemplo, de Caio Henrique e Eder Militão entre os defensores agora em março: — A opção dessa lista dependeu muito de lesões.

É uma lista criada com jogadores que estão em boas condições físicas.

Tivemos lesões importantes, como as de Militão, Bruno Guimarães, Estêvão, Rodrygo.