Arrecadação federal soma R$ 222 bilhões em fevereiro, com alta de 5,7% e bate recorde para o mês
O resultado representa um aumento real de 5, 7% na comparação com o mesmo mês do ano passado , quando a arrecadação somou R$ 210, 2 bilhões (valor corrigido pela inflação).
O valor também foi o maior já registrada para meses de fevereiro desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.
▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF (tributo que teve aumento no ano passado).
▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Relembre alguns aumentos de impostos: alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior); mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados; aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então; imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas); reoneração gradual da folha de pagamentos; fim de benefícios para o setor de eventos (Perse); início da taxação das bets; aumento do IOF sobre crédito e câmbio; alta na tributação dos juros sobre capital próprio.
Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 547, 9 bilhões — sem a correção pela inflação.
Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 550, 2 bilhões no primeiro bimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4, 41% em relação ao mesmo período do ano passado, quand