Tenente-coronel diz em interrogatório que dependência financeira da esposa, agravada por empréstimos para plásticas, impedia divórcio
Geraldo foi preso preventivamente na última quarta-feira (18), quando se tornou réu na Justiça por feminicídio e fraude processual.
Segundo depoimento, a dependência financeira era o principal entrave para a concretização do divórcio.
No interrogatório, ele afirmou que, embora ambos manifestassem o desejo de se separar, Gisele disse para ele, em conversas ocorridas em novembro, que não tinha condições financeiras de se manter sozinha e sustentar a filha.
Ainda no depoimento, Geraldo relatou que a renda da esposa estava comprometida por empréstimos consignados e bancários, feitos, segundo ele, para a construção de uma casa para os pais e para custear procedimentos estéticos, como próteses de silicone, rinoplastia e bichectomia.
A soldado da PM Gisele Alves Santana era casada com o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto — Foto: Montagem/g1 O tenente-coronel Geraldo Neto, preso por ser suspeito de matar a esposa com um tiro na cabeça dentro do apartamento do casal no Brás, Centro de São Paulo , afirmou em interrogatório à Polícia Civil, que a dependência financeira da esposa, Gisele Alves Santana, agravada por empréstimos, era o principal obstáculo para o divórcio e que tentou garantir um novo emprego para viabilizar a separação.
No interrogatório, ele afirmou que, embora ambos manifestassem o desejo de se separar, Gisele disse para e