China pede que EUA e Israel interrompam ações militares no Oriente Médio e alerta para ' ciclo vicioso'
O governo chinês alertou para o risco de um “ciclo vicioso” na guerra, que, segundo analistas, pode afetar o crescimento global e reduzir a demanda por exportações chinesas.
O enviado especial da China para o Oriente Médio, Zhai Jun, afirmou que “quem amarrou o sino deve ser o responsável por desamarrá-lo”.
A declaração foi feita após uma série de viagens diplomáticas que incluíram Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.
No sábado (21), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um prazo de 48 horas para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo.
Pessoas observam um prédio destruído após um ataque, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, em Teerã, Irã, 21 de março de 2026.
— Foto: Alaa Al-Marjani/Reuters A China pediu nesta segunda-feira (23) que todos os envolvidos no conflito no Oriente Médio — especialmente Estados Unidos e Israel — interrompam as ações militares.