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Tenente-coronel disse que contribuía ' com dinheiro', e que esposa morta deveria retribuir com sexo

Por Kevin Ribeiro • 21/03/2026 às 07:39
Tenente-coronel disse que contribuía ' com dinheiro', e que esposa morta deveria retribuir com sexo

A mulher foi morta em 18 de fevereiro após ser baleada no apartamento do casal, no Brás, Centro de São Paulo.

O oficial da Polícia Militar (PM) está preso pelo assassinato dela.

Para investigadores, o conteúdo dessa e outras conversas que estavam nos celulares dos dois demonstra uma relação marcada por violência doméstica, psicológica, machismo, controle financeiro e imposição sexual.

Militar acusado de matar esposa dizia ser 'macho alfa' e queria mulher 'submissa' Mensagens trocadas por Whats App entre a soldado Gisele Alves e o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, revelam que o oficial exigia que a esposa mantivesse relações sexuais com ele sob o argumento de que era o “provedor” do lar.

A mulher foi morta em 18 de fevereiro após ser baleada no apartamento do casal , no Brás, Centro de São Paulo .

Você contribui com carinho, atenção, amor e sexo”, escreveu Geraldo em uma das mensagens enviadas analisadas pela Polícia Civil.

A mensagem acima foi enviada por Geraldo para Gisele 15 dias antes de ela ser atingida por um tiro na cabeça.

De acordo com o Ministério Público (MP), o marido dela usou a própria arma para matá-la no contexto de uma relação marcada por "ciúme patológico e a decisão firme da vítima de pedir o divórcio.