Outono começa com represas que abastecem Grande SP no menor nível em 10 anos
Outono começa com represas que abastecem Grande SP no menor nível em 10 anos
Por Bruna Vieira, TV Globo e g1 SP — São Paulo 20/03/2026 19h37 Atualizado 20/03/2026 O outono começou nesta sexta-feira (20) com o menor nível de abastecimento do sistema integrado que abastece a região metropolitana de São Paulo desde 2017: 56% da capacidade. Este volume só é maior do que o registrado em 2016, quando o período seco se iniciou com 46% do total. No início do verão, em dezembro do ano passado, o sistema integrado — formado por sete mananciais, Alto Tietê, Cantareira, Cotia, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande e São Lourenço — operava com apenas 27%. O verão marcado por chuvas na Grande São Paulo ajudou a recuperar parcialmente os níveis das represas que abastecem a capital. Nível de abastecimento do sistema integrado metropolitano de SP — Foto: Reprodução/TV Globo O outono começou nesta sexta-feira (20) com o menor nível de abastecimento do sistema integrado que abastece a região metropolitana de São Paulo desde 2017: 56% da capacidade, segundo dados da Sabesp . Este volume só é maior do que o registrado em 2016, quando o período seco se iniciou com 46% do total. No início do verão, em dezembro do ano passado, o sistema integrado — formado por sete mananciais, Alto Tietê, Cantareira, Cotia, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande e São Lourenço — operava com apenas 27%. O verão marcado por chuvas na Grande São Paulo ajudou a recuperar parcialmente os níveis das represas que abastecem a capital. A recuperação foi puxada principalmente por reservatórios como a Guarapiranga, que hoje está com 93% da capacidade, e a Billings. Apesar da melhora, o Sistema Cantareira, responsável por abastecer cerca de 8,8 milhões de pessoas, ainda está abaixo do ideal. Hoje, opera com 43% da capacidade. No início do verão, o índice era pouco acima de 20%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O volume atual também é inferior ao registrado em anos anteriores: nesta mesma época, o Cantareira estava com quase 80% em 2023 e cerca de 60% em 2025. A preocupação aumenta com a chega