Justiça manda exumar corpo de bebê enterrado como indigente no Rio
Sem dinheiro para o funeral, os pais optaram pelo sepultamento social oferecido pelo hospital.
Segundo a família, eles não foram chamados para reconhecer o corpo e só receberam informações desencontradas sobre o enterro.
O caso foi levado à Justiça, que determinou, no dia 16 de março, a exumação do corpo em caráter de urgência para a realização de exame de DNA.
A decisão também prevê um novo sepultamento, sem custo para a família.
Justiça manda exumar corpo de bebê enterrado como indigente no Rio A Justiça do Rio determinou a exumação do corpo de um bebê que morreu poucas horas após o nascimento e foi enterrado como indigente .
A medida prevê a realização de exame de DNA e um novo sepultamento, sem custos, para que os pais possam se despedir.
Gael Marques Ferreira nasceu prematuro no dia 24 de agosto do ano passado, na maternidade do Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas morreu horas depois do parto.
São sete meses vivendo essa dor”, disse Jennifer Marques, mãe do bebê.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Pais de Gael cobram respostas e dizem que ainda não puderam se despedir do filho — Foto: Reprodução/TV Globo “Não foi apenas uma dor.
A primeira dor foi a da perda, e a segunda foi a de não saber o que de fato aconteceu com o corpo do nosso filho após o óbito”, afirmou Gabriel Marques, pai de Gael.
Mensagens trocadas entre a família e a direção da unidade mostram contradições.