Deputada do PL que fez ' blackface' na Alesp se declarou parda e recebeu R$ 1.593 de fundo para candidatos negros
Deputada do PL que fez ' blackface' na Alesp se declarou parda e recebeu R$ 1.593 de fundo para candidatos negros
Por Leonardo Zvarick , Paola Patriarca , Paulo Gomes , g1 SP e TV Globo 19/03/2026 18h36 Atualizado 19/03/2026 A deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL) recebeu R$ 1.593,33 em recursos públicos nas eleições de 2022 após se declarar parda à Justiça Eleitoral. O dinheiro é do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, que destina parte dos recursos a candidaturas negras. Na quarta-feira (18), 18 deputados estaduais protocolaram uma representação no Conselho de Ética da Alesp pedindo a apuração de possível quebra de decoro parlamentar pela deputada Fabiana. O pedido tem como base o discurso feito pela parlamentar na tribuna, quando ela se pintou de marrom, prática conhecida como blackface, e fez declarações sobre identidade de gênero. Deputada do PL faz 'blackface' durante discurso e questiona identidade de mulheres trans A deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL) recebeu R$ 1.593,33 em recursos públicos nas eleições de 2022 após se declarar parda à Justiça Eleitoral. O dinheiro é do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, que destina parte dos recursos a candidaturas negras. Na quarta-feira (18), 18 deputados estaduais protocolaram uma representação no Conselho de Ética da Alesp pedindo a apuração de possível quebra de decoro parlamentar pela deputada Fabiana. No pedido, eles solicitam a aplicação de punições que podem chegar à perda do mandato. O pedido tem como base o discurso feito pela parlamentar na tribuna, quando ela se pintou de marrom, prática conhecida como blackface, e fez declarações sobre identidade de gênero . Na ocasião, ela afirmou: “eu sou uma mulher branca” e chamou o ato de "experimento social" (veja mais abaixo). O PSOL também registrou uma notícia crime no Ministério Público Federal (MPF) para pedir que o órgão investigue racismo e transfobia: "Usou blackface como apito de cachorro para a base de extrema-direita, mesmo não falando, estava no subtexto e não é possível dissociar a prática do racismo, buscou normalizar a prática associando a