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Parte do comércio do Rio Comprido não abre no dia seguinte a operação com 8 mortos; policiamento é reforçado

Por Kevin Ribeiro • 19/03/2026 às 15:18
Parte do comércio do Rio Comprido não abre no dia seguinte a operação com 8 mortos; policiamento é reforçado

O policiamento está reforçado, mas moradores relatam medo de sair de casa.

Na quarta, a incursão da PM nos morros da região resultou na morte de Claudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló dos Prazeres, de 55 anos, apontado como chefe do tráfico local e um dos criminosos mais procurados do estado.

Outros seis suspeitos também morreram na ação, além de um morador, feito refém durante uma tentativa de fuga de traficantes.

Rio Comprido tem policiamento reforçado, mas parte do comércio não abre as portas Parte do comércio do Rio Comprido, na Zona Norte do Rio de Janeiro , não abriu nesta quinta-feira (19), dia seguinte a uma operação da PM que terminou com 7 suspeitos e 1 morador mortos .

Agentes do 4º BPM (São Cristóvão), do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) circulam pela região.

Ainda assim, alguns comerciantes da Avenida Paulo de Frontin, a via mais movimentada do bairro, optaram por fechar as portas.

Segundo a Rio Ônibus, sindicato que representa as empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro, três linhas tiveram itinerários impactos preventivamente por questões de segurança pública.

São elas: 133 - Largo do Machado x Terminal Gentileza 607 - Cascadura x Rio Comprido 711 - Rocha Miranda x Rio Comprido Jiló dos Prazeres era um dos traficantes mais proc