Com um mundo aberto vivo e detalhado, Crimson Desert traz uma experiência completa e digna de horas de exploração
Muitos jogos se propõem a ter escopos gigantescos, com diversos recursos, e a grande maioria falha em atender às expectativas geradas.
No entanto, logo na minha primeira hora de exploração do vasto universo criado pela Pearl Abyss, me surpreendi.
Não só com a proposta inserida ali, como também com o nível de detalhes e resultados obtidos.
Ao longo do gigantesco mapa – que já deve ser um dos maiores dos games – a Pearl Abyss faz um ótimo trabalho em torná-lo vivo.
Você consegue interagir com basicamente tudo, e o jogo segue quase à risca a regra do “descubra você mesmo” – para o bem e para o mal –, propondo uma experiência com o mínimo de tutoriais e ajuda.
Por onde você anda e olha dentro deste vasto mundo aberto, tudo é construído com muitos detalhes.
As animações de cada animal são muito bem feitas, passando a sensação de que estão ali vivos, interagindo e seguindo com a sua natureza.
Curiosamente, você pode coletar qualquer tipo de animal, inclusive uma barata, por exemplo.
Cada item no mapa pode ser coletado, inspecionado e armazenado.
Os castelos são decorados com ornamentos, corredores com quadros desenhados nos mínimos detalhes.
As ruas da cidade carregam um ar de vivacidade, só aumentando a imersão com cada NPC seguindo o seu dia a dia.