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Amigo de tenente-coronel, desembargador não interferiu em cena do crime, diz corregedor da PM

Por Kevin Ribeiro • 18/03/2026 às 20:38
Amigo de tenente-coronel, desembargador não interferiu em cena do crime, diz corregedor da PM

Amigo de tenente-coronel, desembargador não interferiu em cena do crime, diz corregedor da PM

18/03/2026 12h55 Atualizado 18/03/2026 O desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan não interferiu na cena do crime e agiu apenas como amigo do tenente-coronel Geraldo Neto, suspeito de matar a esposa, a soldado da PM Gisele Alves, segundo o coronel Alex Asaka, comandante da Corregedoria da Polícia Militar. A declaração foi dada em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (18), após a prisão preventiva do oficial. Ele foi localizado pela polícia em São José dos Campos, no interior paulista. Soldado da Polícia Militar, Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, no Centro da capital, no dia 18 de fevereiro. Segundo a investigação, após acionar a polícia e o Corpo de Bombeiros, o tenente-coronel telefonou para o desembargador, que foi até o local. Imagens de câmeras de segurança do condomínio registraram a chegada do magistrado pouco depois do disparo. Os registros mostram Cogan conversando com o tenente-coronel próximo a outros policiais militares que atendiam a ocorrência. Veja o momento que tenente-coronel deixa condomínio com policiais no interior de SP O desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan não interferiu na cena do crime e agiu apenas como amigo do tenente-coronel Geraldo Neto, suspeito de matar a esposa, a soldado da PM Gisele Alves , segundo o coronel Alex Asaka, comandante da Corregedoria da Polícia Militar. A declaração foi dada em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (18), após a prisão preventiva do oficial. Ele foi localizado pela polícia em São José dos Campos, no interior paulista. Soldado da Polícia Militar, Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, no Centro da capital, no dia 18 de fevereiro. Segundo a investigação, após acionar a polícia e o Corpo de Bombeiros, o tenente-coronel telefonou para o desembargador, que foi até o local . Tenente-coronel humilhava e chamava esposa morta de ‘burra’, dizem mensagens: 'luga